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Para CNTA, mercado de fretes sacrifica caminhoneiros

Para Diumar Deleo Cunha Bueno, presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), o mercado rodoviário de carga brasileiro é um sistema arcaico que sacrifica os transportadores que, por não terem condições de tratar o frete diretamente com os embarcadores, recebem valores baixos pelo trabalho. A afirmação foi feita nesta segunda-feira (27), durante a audiência pública convocada para discutir a Medida Provisória (MP) 832, convertida na Lei 13.703/2018, que instituiu a política de preços mínimos no transporte rodoviário de cargas.

Segundo Bueno, não há livre mercado ou independência na discussão de preços pelos caminhoneiros. Para ele o preço mínimo de frete é indispensável para tornar viável a atividade do transportador autônomo. Ele considera que o tabelamento não visa ao lucro, mas sim garantir preço mínimo que viabilize a atividade. 

O presidente da CNTA afirmou que, caso as empresas resolvam efetuar o transporte com frotas próprias, haverá aumento de preços em razão dos custos maiores a serem arcados pelas empresas, com a contratação de pessoal, veículos e os custos de manutenção. Ele ressaltou que a tabela traz reflexos positivos para a economia e que, desde a paralisação dos caminhoneiros, iniciada em 21 de maio, os preços de diversos produtos agrícolas nas principais centrais de abastecimento caíram.

PR/EH
 

Veja a matéria original no Portal do Supremo Tribunal Federal

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