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Perita aponta importância do DNA para Plano Nacional de Segurança Pública

Representando o Ministério da Justiça, a perita criminal Maria Christina Marina falou nesta sexta-feira (26), durante audiência pública realizada no Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a importância do DNA no Plano Nacional de Segurança Pública. Segundo ela, o plano foca a utilização da tecnologia, principalmente, para a redução de homicídios dolosos, feminicídios e violência contra a mulher.

Ao longo de sua explanação, Maria Christina detalhou a importância da tecnologia de DNA e, citando outros palestrantes, ressaltou que “o perfil genético não incrimina, identifica”, e que “o DNA é como uma impressão digital, que não deteriora e não envelhece”.

A perita destacou que trabalha no Ministério da Justiça como colaboradora para assuntos de DNA e que sua função é “ajudar os estados que têm mais necessidade a comprar material de DNA, a se equipar e a entrar no banco de dados (de perfis genéticos)”. Ela frisou a importância de instalação de laboratórios centrais para ajudar todos os estados e a necessidade de ampliar a inserção de perfis genéticos no banco de dados.

“Um dos pontos principais da atuação conjunta desse plano seria a ampliação da inserção dos perfis genéticos de DNA”, disse. Ao todo, 12 estados assinaram o pacto federativo para participação no plano nacional e, segundo a ela, a ideia é que todos os 26 estados e o Distrito Federal estejam incluídos no plano até o final do ano.

RR/EH
 

Postado originalmente no portal do Supremo Tribunal Federal

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